Sim é muito difícil, porém possível

Na última quarta-feira acompanhei atentamente a vitória do Atlético/PR por 3 a 2 pela Copa do Brasil. Mas esta não é a questão principal. A equipe mosqueteira não havia levado três gols em uma partida sob o comando de Mano Menezes.
Percebi falhas gritantes principalmente no sistema defensivo do adversário do Peixe na final do Paulistão. A defesa corinthiana sem Chicão (que está suspenso) não se comporta da mesma forma. William é lento e o menino Diego tem que amadurecer bastante.
Não estou aqui escrevendo que será fácil a missão do time praiano, mas se a trinca de jovens estiver inspirada e Kleber Pereira calibrar melhor seu pé e cabeça nas conclusões é perfeitamente possível reverter este quadro.
Pode parecer incoerente de minha parte (em virtude da minha última coluna), mas se o Alvinegro da Vila encaixar um gol nos primeiros minutos do clássico é perfeitamente viável os três gols de diferença; A superação, a garra será necessária, mas acima de tudo a técnica. Mancini tem condições de colocar um time agressivo. As camisas de campeão invicto pelo time de Parque São Jorge que vazaram na Imprensa e o clima de já ganhou no rival, não caíram bem pelos lados do CT Rei Pelé, e aí pode estar o perigo.
A atmosfera é toda favorável ao Corinthians, mas o Santos que ao longo do campeonato deu provas que tem poder de reação tem efetivamente a chance de demonstrar a sua torcida e ao país o porquê é chamado "o time da virada". Que Nossa Senhora do Monte Serrat (padroeira da cidade de Santos) diga amém e os jogadores façam sua parte dentro de campo.

02/05/2009 - Atualizada ás 16:25
Reportagem de Ademir Quintino

Estamos mortos?

Com a bola rolando, os dois times mostraram que apostariam no ataque. Pelo Peixe: Madson, Neymar e Kléber Pereira; pelo Timão: Morais, Jorge Henrique e Ronaldo. E o Corinthians começou mais eficiente. Enquanto Kléber Pereira perdia gols e ficava impedido seguidamente, Jorge Henrique corria o campo todo ajudando até a recompor a defesa.
Aos 10 minutos, a rede da Vila balançou pela primeira vez. Pará derrubou Morais perto da entrada da área e cometeu falta. Na hora da cobrança, os três especialistas do Timão se posicionaram para bater e confundir a defesa santista. Deu certo. Cristian ameaçou, André Santos correu por cima da bola e Chicão chutou. Fábio Costa nem foi no lance, caiu no chão e viu sair o gol corintiano.
O Santos sentiu o golpe. E quando ameaçava se recompor, tomou o segundo. Aos 24, na tentativa de aliviar o perigo, Chicão deu um bicão – como ele mesmo confessaria depois – para a frente. A bola caiu no pé de quem conhece. Ronaldo dominou com classe e, mesmo com cinco santistas ao seu redor, tocou para o gol de Fábio Costa: 2 a 0.
O Peixe demorou mais um pouco para reagir. Mas reagiu. E aí começou a brilhar a estrela de Felipe. No dia internacional do goleiro, o camisa 1 do Timão fez quatro defesas sensacionais só no primeiro tempo: saiu no pé de Kléber Pereira, pegou chute cara a cara com Neymar, desviou finalização de Triguinho com o pé e pegou uma bola de Fabão que entraria no cantinho. A cada defesa, vibrava como um gol.
No segundo tempo, Mano trocou Jorge Henrique por Fabinho e parecia querer garantir o placar. Já Vagner Mancini incendiou a sua equipe no vestiário. O Peixe voltou com tudo para cima do rival e Fabiano Eller quase marcou de cabeça. Pressionando e empurrado pela torcida, o Santos encurralou o adversário no seu campo. Quem assistia ao jogo poderia até prever que o gol era questão de tempo. Demorou 15 minutos. Triguinho foi lançado por Madson na ponta-esquerda, olhou para a área e cruzou forte. Felipe, na tentativa de cortar, tocou contra o próprio gol. A Vila pegou fogo!
A partir daí, só dava Santos. Felipe salvava, Neymar perdia, Chicão dava carrinho, Kléber Pereira errava o alvo, Madson arriscava, André Santos ajudava... Um sufoco! A torcida, percebendo a reação Peixe, foi junto: empurrou, incentivou, só faltou entrar em campo para cabecear. Pelé, que passou boa parte do jogo quieto, agora gesticulava, conversava com pessoas no seu camarote...
E parecia que o destino queria que o Rei estivesse na Vila para ver o que Ronaldo ainda faria. O atacante recebeu passe de Elias e se viu sem condição de devolver a bola. Foi quando driblou Triguinho e, ao perceber Fábio Costa adiantado, deu um toque de gênio para encobrir o goleiro santista. Uma pintura para fazer a torcida gritar “ôôô...o Fenômeno voltou” e que mereceu aplausos de Pelé.

- O Ronaldo fez a diferença. O segundo gol foi de Copa do Mundo - rendeu-se Pelé.

O relógio mostrava 31 minutos. Pelé se levantou e foi embora. Daí até o fim, foi só festa dos corintianos. Quando o juiz apitou, Ronaldo agradeceu o elogio do Rei:

- É um sonho fazer gol onde o Pelé fez tantos e ser Rei nem que seja por um dia.

25/04/2009 - Atualizada ás 22:03
Reportagem GloboEsporte.com

Com a faca e o queijo nas mãos.

Meu amigo internauta, nesta penultima semana no mês de abril, o legislativo obteve uma movimentação fora do comum. Quem saiu favorecido foi o Partido dos Trabalhadores (Situação).
Na Camara Municipal de Cubatão, a situação mudou completamente, antes tinhamos uma Oposição forte e "intransponível", com o comando de Tucla e Geraldo Guedes, seguidos por Alemão, Bigode, Doda e Nega Pieruzi. Enquanto a Situação a comandada por Dinho, seguida por Paulo Tito, Dedinho, Donizete e Billa.
Com este desenho a Oposição tinha maioria e ostentava o domínio. Mas nesta semana tudo mudou, a Prefeita Marcia Rosa (PT) começou a defender e cooperar com seus aliados partidários na disputa, ela conseguiu a façanha de fazer uma proposta que trouxe para o seu grupo de vereadores, o até então "chefe" do inimigo, João Moura Santana Villar vulgo "Tucla".
Assim a bancada dos petistas passa a ser maioria, provavelmente contendo o próximo presidente no biênio seguinte. Mas e a "incrível" e "fortissima" bancada adversária?
Na minha modesta, sincera e honesta opinião, a mandatária mudou até mesmo velhas frases como "Matar um coelho, com um único tiro"... Porque a mira dela matou e pegou de jeito seis "coelhinhos".
Bigode vai conseguir ser minimamente flexível?... Alemão será mais corajoso?... Geraldo Guedes, será ele mesmo o comandante?... Nega Pieruzi, vai assumir que é contra a Situação?... Doda vai passar para o lado direito da unidade?
São perguntas que o futuro próximo vai dizer, se é que os cargos que surgirem vão deixar algum futuro para opositores.

25/04/2009 - Atualizada ás 21:15
Colunista Felipe Takashi

Eu apostei no Santos, e você?

Chegou à hora! Santos X Corinthians fazem o primeiro jogo da decisão neste domingo às 16h00 em Vila Belmiro. Dizer que o time do Peixe é um esquadrão imbatível,como o dos anos 60, não, absolutamente. Não bastasse isto, têm dez jogadores pendurados com dois cartões amarelos, cinco titulares.A equipe da baixada tem suas carências; mas também tem muitas virtudes. Não pensem que o Glorioso será aquela letargia que foi contra o CSA. Tem um técnico promissor, trabalhador, honesto e com boa leitura de jogo. Manicini é o grande responsável por este momento até certo ponto inesperado até mesmo pelo mais otimista dos santistas. Sabe como poucos trabalhar o psicológico da equipe. Foi corajoso ao lançar Neymar e Paulo Henrique Ganso, quando outros técnicos que passaram pelo clube, tiveram esta oportunidade e pediam calma para lançar os garotos. Tem Madson que deve ter marcação individual, mas está em fase maravilhosa. Dá gosto de ver as pequenas e rápidas pernas do camisa 10 da Vila em campo. Tem um goleiro que apesar de ter falhado no jogo de volta da semifinal contra o Palmeiras, é mestre em atuar bem em decisões, crescendo demais nestes momentos. Tem Fabão, para mim um dos melhores zagueiros do país, na atualidade. Dizer que ele é técnico, absolutamente, mas compensa com sua energia, garra, comando e impressiona pelo seu vigor físico extremamente recuperado. Tem Kleber Pereira que irritou ao perder muitos gols no meio de semana, mas neste instante aquela partida e a Copa do Brasil merecem ser esquecidas. Mas independente de tudo isto que escrevi até agora, tem você torcedor. Não só as 16.741 vozes santistas (as outras 1.259 serão corinthianas dos 18.000 ingressos todos vendidos) gritando, incentivando, empurrando o tempo todo no estádio, mas todos os nove milhões de torcedores do alvinegro mais famoso do Mundo espalhado pelos quatro cantos do planeta. Neste momento esta energia positiva tem de estar sintonizada por pensamentos de esperança e de que o Santos é mágico, é maravilhoso, é diferente e somos privilegiados por ter este time nos nossos corações. O Corinthians é um belo adversário, mas eles também têm traumas; ou vocês esquecem que eles também eram favoritos na final da Copa do Brasil do ano passado e conseguiram perder o campeonato. A invencibilidade do time de Mano pode ser lembrada, mas tabus existem para serem quebrados. Portanto sem ficar em cima do muro, disse ao longo da semana que o time de Ronaldo Nazáre é favorito ao título, mas nem sempre os favoritos vencem. Deixando o jornalista num pouco de lado, acredito tanto no Santos que fiz uma aposta com um vereador de minha cidade. A princípio a aposta era de cinco cestas básicas e agora aumentamos pra dez. As cestas serão doadas para a Comunidade Espírita Cristã Manjedoura de Belém do Jardim Casqueiro, bairro que resido em Cubatão e serão entregues tanto se o vencedor for o vereador Dinho (PT/Cubatão) como por mim. Dinho, corintiano roxo acredita que o time de Parque São Jorge será o campeão do campeonato paulista, enquanto eu tenho convicção de que os Meninos da Vila, não me deixarão na mão. Eu apostei no Santos. E você? Como diz o grito da Pátria Santista: "Vai pra cima deles Santos, Vai com determinação"! Corrente para frente. Vencer bem na Vila e sacramentar no Pacaembu... Sim é bem possível!

25/04/2009 - Atualizada ás 20:32
Coluna de Ademir Quintino

Tucla passa a apoiar Marcia Rosa!


O que você acharia se, de um dia para o outro, a vereadora por Santos Telma de Souza declarasse apoio à base de sustentação na Câmara do prefeito João Paulo Tavares Papa?
Uma situação absurda como essa acabou de tornar-se realidade em Cubatão. João Santana de Moura Villar, o Tucla (PDT), rachou com a oposição e declarou na sessão de hoje da Câmara sua entrada no bloco de apoio da prefeita Marcia Rosa.
Não preciso dizer o espanto geral de todos com a bomba - especialmente da oposição. O vereador Doda, seu colega de PDT, não quis comentar a situação. Geraldo Guedes e Bigode, dois declarados membros da oposição, sofreram para discursar. Cada palavra dita era veementemente contestada pela situação, em especial por Dinho.
O público que lotava a galeria superior do plenário, composto em sua maioria de “simpatizantes” do vereador Adeildo Heliodoro, o Dinho (PT), apelidado em fevereiro pelo ex-opositor Tucla de “primeiro-ministro”, não sabia se aplaudia ou acreditava na nova adesão ao bloco situacionista.
Os motivos que levaram Tucla a rachar com tudo o que disse nos últimos anos a respeito da prefeita só Deus e as paredes do Paço Municipal sabem. Até porque há toda uma história de desentendimentos entre Marcia e Tucla que são muito conhecidas no meio político da Cidade.
Outro ponto que deverá ser revisto é o acordo entre o chamado G-7 (que tinha Tucla como integrante) para a composição da mesa diretora do Legislativo nos próximos anos. Tucla estava na fila para assumir a presidência, mas a decisão de hoje pôs uma pá de cal nesta pretensão, caso não haja outro racha no grupo.
Nessa história toda, muitos ganham e muitos perdem. Todo governo precisa de uma oposição, para fiscalizar e observar “de fora” os erros e acertos da Administração. E o bloco oposicionista perdeu a sua mais expressiva peça. Marcia Rosa estava cercada, mas virou o jogo e está prestes a dar um xeque-mate. Os próximos capítulos prometem emoções fortes. Quem viver, verá.

25/04/2009 - Atualizado ás 20:26
Colunista Allan Nóbrega

Nem Moraes, nem Sartorato!

A responsabilidade pelo mal estar causado no caso da disputa de poder na Secretaria dos Esportes e Lazer, que opõe, de um lado, o secretário José Moraes e de outro, o maratonista Alexandre Sartorato, não é de nenhum dos dois esportistas.

Sartorato, consagrado atleta, conhecido por dá a volta ao mundo a pé, e Moraes, jogador de futebol que não chegou a ter o mesmo brilho no futebol profissional de Cláudio Adão e Pitta, mas foi um jogador de destaque, chegando a fazer carreira profissional em times como a Portuguesa Santista, são ambos vítimas das trapalhadas e do amadorismo na montagem do Governo Márcia Rosa.

Vamos aos fatos: no dia 22 de novembro (veja no Blog) sob o título “E a equipe, senhora prefeita?”, cobrávamos o fato de que, passados dois meses da eleição, ninguém sabia, “até o momento quais são os nomes da equipe de Governo da nova prefeita eleita, Márcia Rosa, que assume no dia 1º de janeiro”.

Foi o bastante para que o time do “Cordão” (como diz o conhecido ditado, puxa-saco e mato dá em toda parte) saísse à campo com os argumentos mais bizarros, inclusive, o de que ninguém tinha a nada a ver com isso, que a prefeita nomeava e divulgava a hora que quisesse, e outros absurdos próprios.

O resultado aí está, e muito mais rápido do que se poderia supor. Embora tendo quase três meses para montar a equipe, administrar as pressões e a disputa por espaço, que é legítima, a prefeita não o fez.

Deixou para anunciar a equipe à ultima hora, na verdade na última semana, de afogadilho, muito provavelmente sob a pressão das interferências externas que hoje são visíveis à olho nu, com a presença da nuvem de gafanhotos, dos graúdos aos de menor peso e expressão, patrocinadas, claro, pela vereadora Telma de Souza, pelo deputado Fausto Figueira de Melo e, pelo sócio menor nesse condomínio que hoje governa a cidade, o deputado Márcio França, do PSB.

Zé Moraes e Sartorato se empenharam na campanha porque acreditaram na candidata e em suas propostas de mudança. Um e outro votaram e buscaram votos em suas respectivas áreas de influência e – como são dois nomes conhecidos por terem adquirido visibilidade nas suas respectivas áreas de atuação – é de se supor que trouxeram muitos votos.

Na hora de compor o Governo, Márcia Rosa, não se sabe por influência de quem, ou se apenas exercendo o direito à cota pessoal, escolheu Moraes para a Secretaria, preterindo Sartorato, a quem foi oferecida uma diretoria. O maratonista recusou, porque, no fundo, achava-se merecedor de mais. À amigos Sartorato teria confidenciado ter o apoio do próprio Moraes, à época, para ser Secretário.

Fêz-se festa, mas sobraram mágoas, tornadas públicas com o manifesto da Liga Cubatense de Artes Marciais, entregue a Márcia Rosa, na véspera do 9 de Abril. No Manifesto, os subscritores acusam Moraes de ter “caído de pára-quedas” e apontam “o grave erro cometido” pela prefeita com a sua indicação.

No manifesto também é feita a defesa exaltada de Sartorato, o que, num primeiro momento, gerou dúvidas se o maratonista não estaria por trás do movimento para derrubar Moraes.
Sartorato diz que não tem nada a ver com isso, que não teve a iniciativa de manifesto algum, e que continua fazendo o que sempre fez ao apoiar as iniciativas dos que o procuram. “Tudo o que conquistei na vida foi ralando, suando. Nunca conquistei nada na vida atropelando ninguém. Estou triste”, disse a este repórter.

Traduzindo: típica situação em que o processo de escolha, às pressas, da forma mais amadora, sem ouvir as partes interessadas, nem as bases de apoio, inclusive para curar mágoas e feridas, é a verdadeira responsável por uma crise, que é só a ponta do enorme iceberg da falta de comando.

Nunca é demais lembrar que amadorismo político e arrogância costumam dá nisso: além de não trazerem soluções, são fontes de problemas. Neste caso, a prefeita queimou dois dos principais quadros técnicos que lhe deram apoio na área de Esportes: Moraes porque ficou sem as condições para gerir a Secretaria – sob pressão e acusações de inapto de parcelas significativas da base de apoio que elegeu o atual Governo – e Sartorato, chamuscado, antes mesmo de ter a chance de assumir qualquer cargo ou função.

23/04/2009 - Atualizada ás 20:48
Colunista Dojival Vieira

Mais uma final na carreira

Amigos Cubatenses: Normalmente utilizo este espaço para escrever sobre o esporte de nossa cidade. Excepcionalmente nesta edição farei diferente. Sábado no Palestra Itália, estava eu, como repórter de campo, pela Rádio TUPI de São Paulo, na partida Palmeiras X Santos. Atuo na crônica esportiva desde o final de 1996. Se o Santos perdesse (um dos dois clubes que eu cubro - o outro é a Portuguesa de Desportos/SP), significaria minha ausência nas finais do Paulistão, pois na grande maioria das emissoras de rádio, os times que chegam à decisão continuarão sendo acompanhados pelos jornalistas que o fizeram ao longo da temporada, nada mais justo. Já cubri uma final de Libertadores, uma Copa América, quatro finais de Brasileiros, acompanho a Seleção Brasileira em partidas pela América do Sul, durante estas Eliminatórias e trabalhei nas últimas doze decisões de campeonato paulista. Uma derrota do Peixe seria a interrupção de uma das maiores felicidades da minha vida - fazer futebol e principalmente em decisões. Mas o Glorioso da Vila em noite épica não me deixou na mão e estarei nas duas partidas contra o Corinthians, fazendo o que amo e torcendo por belas partidas em mais uma decisão. Que vença o melhor! ABOMINÁVEL: Que foi aquilo que fez Diego Souza (meia do Palmeiras), que deu uma rasteira em Domingos, zagueiro do Santos. O nervosismo do meia, pode lhe render 540 dias de suspensão. Mais um pouco ele vinha para cima de mim (Veja a foto). Assustei-me e muito com o enfurecido atleta. Fui motivo de brincadeiras na cidade pela cara de assustado que fiz.
20/04/2009 - Atualizada ás 13:16
Reportagem de Ademir Quintino